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Salário é supertaxado no Brasil


O Estado brasileiro impõe a segunda maior carga tributária do mundo sobre o salário dos trabalhadores. De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a tributação média sobre os salários chega a 42,5%, o maior patamar da história. No ranking, o Brasil perde apenas para a Dinamarca (42,9%), mas fica atrás das demais economias, com destaque para sulamericanos como Uruguai (28,4%) e Argentina (27,7%), e emergentes como México (9,1%) e Coréia do Sul (8,7%).

Segundo o presidente do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, a alta carga tributária acaba estimulando a informalidade, a sonegação e, conseqüentemente, novos aumentos de impostos. “Para compensar, o Estado aumenta a tributação sobre quem já paga. É um círculo vicioso”, afirma.

Segundo o instituto, a carga tributária efetiva está em 37,82% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país. Ano passado, União, estados e municípios arrecadaram R$ 733 bilhões em tributos. De acordo com o IBPT, outros R$ 500 bilhões poderiam ingressar nos cofres caso não houvesse informalidade, inadimplência e sonegação. Com isso, a carga potencial, que soma os valores arrecadados e os “desviados”, chegaria a 59,38% do PIB.

De acordo com o IBPT, o PIB brasileiro foi de R$ 1,94 trilhão em 2005. Desse total, R$ 1,34 trilhão foram movimentados pela economia formal. Como foram pagos R$ 733 bilhões em impostos, a carga tributária atingiu 54,82%. “Se não houvesse informalidade e sonegação, que seria um cenário ideal, a carga tributária real poderia cair para 25%”, aposta Amaral. “O setor formal paga impostos, mas o que a informalidade movimenta entra no PIB. Por isso, a carga tributária efetiva, divulgada pelo governo, fica em pouco mais de 37%”, pondera.

Fonte: correioweb.com.br


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